sábado, 14 de fevereiro de 2015

Kim Jong-Brun, o "Pequeno Líder"

(o novo penteado à Lá f&%#*a-se do Chefe de Claque)

Já dizia o meu avô que quem não caça com leão, caça com gato. O "cheer-líder" das claques leoninas volta às suas e agora quer que o estádio da Luz tenha jogos à porta fechada. Sabendo o fetiche que a lagartagem tem com as assistências - no passado campeonato tentaram realçar que são o clube com maior assistência fora de portas (é só rir) - , deve ser a forma que encontraram para, este ano, conseguirem ser os primeiros nalguma coisa. (ver aqui - atenção que vão abrir um blog lagarto, estão por vossa conta e risco).

Foi de facto grave o que se passou no Estádio de Alvalade, ninguém nega isso.
Vejamos: i) tentativa de assassinato do Artur com petardos (falharam); ii) tentativa de homicídio involuntário com a queda de um espectador no fosso (fossa?) que circunda aquele ervado (também falharam); iii) tentativa falhada de genocídio (perto de 45.000 de uma só assentada por ataque cardíaco ou desgosto profundo) com aquele golo no último fôlego do Campeão; iv) tentativa de dar uma prenda de aniversário ao Chefe das Claques (conseguiram, mas apenas durante sete minutos). Não se faz. É como tirar um chupa-chupa a uma criança. Cruel.

Realmente, se houver interdição do Estádio da Luz pelos factos reclamados pelo choramingas, é porque foi tudo muito grave. Espero é que nunca aconteça nada de parecido feito pelas claques verdes, como por exemplo, sei lá, incendiarem o Estádio do rival. É capaz de ser mais chato, assim como quem não quer a coisa. Pronto, lá estou eu a imaginar parvoíces, isso nunca irá acontecer, dizem vocês, alguma vez eram eles capazes de fazer tal desiderato! (Pela ordem das coisas, será que daria descida de divisão?)

Bruno de Carvalho cada vez mais se parece com um pequeno ditador. Ou anda tudo na linha, ou vai tudo corrido a processos em tribunal. Kim Jung-Un, o "Grande Líder" Norte-Coreano, deve andar feliz da vida ao ver a nascença de alguém com tantas semelhanças no seu jeito autocrático. A mudança de nome do Bruno para "Kim Jung-Brun" deverá estar na forja. Não me admiraria nada que fosse convocada uma nova assembleia geral a propor a mudança dos estatutos daquela agremiação, com apenas dois pontos na agenda da ordem de trabalhos:

 Obrigatoriedade de todos o tratarem por "Grande Líder" (Kim Jung-Brun é um trava línguas) e a adopção, por todos os sócios, do novo penteado oficial, à imagem do grande ídolo Norte-Coreano. 

Ah, e parece que os novos salões de cabeleireiro irão ser todos geridos pelo José Eduardo. Temos que ser uns para os outros, não é Bruno? Ah! estava distraído, peço desculpa: é "Grande Líder".

Ah e tal, já estou a ver alguns comentários mais fervorosos:  “Mas tu és maluco ou quê? Não se ataca assim o "Querido líder"! Isso tem consequências, rapaz!”  Têm toda a razão, peço desde já desculpa ao povo Norte-Coreano pela comparação, bem sei que não existe sentido de humor naquelas bandas. Espero não ofender o "Grande Líder" original. Parece que o homem fala quarenta línguas e tudo. Deve estar a seguir este blog, de certeza.

Só espero é que não me declarem guerra -a mim ou a Portugal-  ou, ainda pior, me coloquem um processo em tribunal em cima. Está bem, bem sei que eu não sou sócio dessa agremiação que tem um ditador como "cheer-líder" e portanto devo estar safo, mas nunca se sabe.

Vá, ficamo-nos por um comunicado e não se fala mais nisso. Negócio fechado, "Grande Líder"?
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